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Setores que mais empregaram nos últimos sete anos

Agosto 11, 2009 · Deixe um comentário

mão de obraEm 2008, o Brasil alcançou a marca de 39,442 milhões de empregos formais, entre celetistas (com carteira assinada) e estatutários (servidores públicos), aumento de 1,834 milhões (4,88%) em relação a 2007, quando foram registrados 37,607 milhões de trabalhadores com vínculos formais no País. Os números são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais 2008), divulgados na última quinta-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Entre 2003 e 2008, o número de empregos gerados foi de 10,7 milhões.

Do total de 1,834 milhão de empregos gerados, 1,698 milhão foram celetistas e 135,9 mil correspondem a vínculos empregatícios estatutários. O crescimento do emprego contribuiu para o ganho real de 3,52% do rendimento médio dos trabalhadores formais, passando de R$ 1.443,77 em dezembro de 2007 para R$ 1.494,66 em dezembro de 2008. Os maiores ganhos na média salarial foram registrados no Piauí (8,61%), impulsionados pela elevação nos rendimentos dos serviços médicos e odontológicos.

A Rais é o instrumento do Governo Federal utilizado para identificar os trabalhadores com direito ao recebimento do benefício do Abono Salarial. Em 2008 foram identificados 16,903 milhões de trabalhadores que tinham direito ao benefício. Declararam a Rais no ano passado 7,143 milhões de estabelecimentos, sendo 3,085 milhões com empregados e 4,058 milhões sem empregados contratados, crescimento de 3,7% em relação a 2007.

Setores – Com alta de 18,33% em 2008, a Construção Civil foi o setor de atividade econômica que apresentou maior crescimento em comparação com 2007. Todos os setores da economia apresentaram resultados positivos, com o bom desempenho do mercado interno. O grande impulsionador do mercado em 2008, em termos absolutos, foi o setor de Serviços, que, sozinho, empregou 645,6 mil trabalhadores, alta de 5,41%. Em seguida, aparecem Comércio, com 483,2 mil postos (7,06%); Construção Civil, com 296,6 mil (18,33%); Indústria de Transformação com 228,7 mil (3,23%); e, Administração Pública, com 111,7 mil empregos (1,36%).

Pessoas com deficiência - Segundo a Rais 2008, 323,2 mil pessoas com deficiência estão ativas no mercado de trabalho. A inclusão está prevista na Lei 8.231, criada para garantir uma oportunidade de emprego para trabalhadores com este perfil. O levantamento da Rais 2008 mostra que os trabalhadores com deficiência física representam 55,24% desse total. Em seguida, estão os trabalhadores com deficiência auditiva, 24,65%; e com deficiência visual, 3,86%. Os trabalhadores com deficiência mental representam 3,37% e os com deficiências múltiplas, 1,09% do total. Na situação de reabilitados, foram declarados 11,78%.

Mulheres – Em 2008, a força de trabalho feminina cresceu mais do que a masculina, segundo os dados da Rais. O aumento registrado foi de 5,5% para elas, frente a 4,4% para os homens.
A força de trabalho feminina continua preponderante em relação à dos homens nos níveis de instrução Superior Incompleto e Completo. O número de mulheres com terceiro grau completo é de 3,6 milhões, contra 2,5 milhões de homens com o mesmo grau de instrução.

Negros – O maior aumento nos rendimentos médios, 5,72%, foi registrado entre os trabalhadores que se declararam negros. O percentual é superior à média de remuneração de todas as raças somadas, que foi de 2,67%. A remuneração dos trabalhadores negros subiu de R$ 916,77 para R$ 969,24. Os trabalhadores que se dizem pardos tiveram aumento de 4,83% e os que se declaram brancos registraram menor percentual de aumento real: 1,88%. Apesar do modesto aumento, os rendimentos médios dos vínculos empregatícios dos trabalhadores brancos ainda são 50% superiores aos daqueles classificados como negros e 43,7% acima dos que se consideram pardos. Em relação a 2007, verifica-se redução da desigualdade entre os rendimentos de brancos e negros (55,7%) e brancos e pardos (47,8).

Fonte: Revista INCorporativa

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Crise econômica derruba comercialização do diesel

Agosto 11, 2009 · Deixe um comentário

Redução do consumo de Óleo Diesel

Redução do consumo de Óleo Diesel

ANP aponta maior preferência pelo etanol

Alta nas vendas de etanol, queda na comercialização do óleo diesel. A crise econômica mundial e a desaceleração da economia derrubaram as vendas do diesel no primeiro semestre deste ano, segundo informação divulgada nessa segunda, dia 10, pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

De acordo com o levantamento, o consumo de álcool hidratado e anidro somados passou o de gasolina em março de 2008. Desde então, esta diferença só vem aumentando.

A agência considera que a gasolina hoje se tornou um combustível alternativo no mercado de veículos leves, que é dominado pelo etanol. A constatação aparece nos números.

O total do etanol negociado no país teve um acréscimo de 17,7% no primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período no ano passado. Somente o álcool hidratado, utilizado para abastecer carros flex, cresceu 26,5%, enquanto o de anidro, acompanhou a estabilidade da gasolina, com alta de 0,1% no período.

A pesquisa revela ainda que a desaceleração econômica vem reduzindo as vendas de óleo diesel. Os elevados níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas foi, segundo a ANP, o principal fator de retração no consumo do diesel, que teve queda de 8,6% no período.

A queda no volume comercializado nos seis primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2008, foi de 4,8%.

No entanto, desde março de 2009 já houve uma retomada nas vendas de diesel, de 16% em relação a fevereiro. A expectativa da agência é de uma recuperação do mercado agora no segundo semestre.

Por CANAL RURAL

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AUDITORIA AMBIENTAL – Como realizar uma.

Abril 29, 2009 · Deixe um comentário

Auditoria Ambiental1. CONCEITO

A auditoria ambientla consiste no processo sistêmico de inspeção, análise e avalição das condições gerais ou específicas de determinada empresa, referente a fontes poluidoras, eficiência do controle de poluentes, riscos ambientais e legislação ambiental ou ainda do desempenho ambiental da empresa.

Esta tem como objetivo caracterizar a situação da empresa para fornecer diagnóstico da situação atual no que diz respeito a poluição do ar, águas e resíduos sólidos, favorecendo a definição das ações de controle e gerenciamento de medidas para proporcionar uma melhoria ambiental.

 1.1. Divisão das Auditorias

- Auditoria dos Impactos Ambientais:

Aqui é feita avaliação dos impactos ambientais no ar, água, solo e comunidade de determinada unidade insdustrial ou de determinado processo para controle da poluição, com fins de reduzir impactos.

- Auditoria dos Riscos Ambientais:

Aqui é feita avalição dos riscos ambientais reais ou potenciais de uma fábrica ou de um processo industrial específico.

- Auditoria da Legislação Ambiental:

Aqui é feita avalição da situação ambiental da fábrica ou organização em relação ao cumprimento da legislação vigente.

- Auditoria do Sistema de Gestão Ambiental:

Aqui temos uma ferramenta de gestão que avalia sistematicamente o sistema de gestão e o desempenho ambiental de uma empresa, se está em acordo com sua política ambiental.

 2. PRECAUÇÕES E VANTAGENS DA AUDITORIA AMBIENTAL

  • Melhoria do controle de poluição na empresas;
  • Verificação das condições da empresa em relação à legislação ambiental;
  • Sustituição parcial do governo na legislação ambiental;
  • Avalição dos riscos existentes e da vulnerabilidade da empresa;
  • Priorização de atividades  e verbas para o controle ambiental;
  • Dotação adequada de verbas para o controle ambiental;
  • Verificação da condição ambiental de unidades a serem adquiridas e avalição de alternativas de crescimento.;
  • Corte de gastos desnecessários, fevorecendo ações econômicas e eficazes, reduzindo desperdícios;
  • Melhora na relação empresa-governo e vice versa;
  • Atendimento à legislação de forma sistemárica e consistente;
  • Fornecimento de uma terceira visão do problema ambiental (do auditor);
  • Maior credibilidade e maior flexibilidade nas exigências da fiscalização;
  • Proteção e melhoria da imagem da empresa junto a comunidade.

 3. PRECAUÇÕES IMPORTANTES

  • Confidencialidade em relação aos segredos industriais e as informações sensíveis à opnião pública;
  • Cuidados com a divulgação pública;
  • A empresa deve contratar auditores qualificados;
  • Apontando os problemas e não havendo correção, fica difícil a defesa legal em caso de problemas, como acidentes, por exemplo;
  • Analisar o custo-benefício da auditoria,  principalmente nas empresas menores.

4. ETAPAS DA AUDITORIA

     -  Fixação dos objetivos da auditoria

  •    A alta direção deve definir o que espera da auditoria

    -  Formação da equipe auditora 

    -  Planjemanto dos trabalhos

  • Atividades a serem executadas;
  • Áreas a serem verificadas;
  • Pessoas envolvidas;
  • Pessoas a serem envolvidas;
  • Cronograma de execução.

    -   Revisão da pré-inspeção

  • Briefing para a equipe auditora;
  • Coleta e revisão de infromações já existentes;
  • Legislação aplicável.

   -  Preparar check-list para inspeção

   -  Visita as instalações

   -  Solicitação de informações adcionais

   -  Análise e conclusões preliminares

   -  Discussões

   -  Elaboração do relatório final.

Por Pedro Paulo Costa Leal e Luana Leal

Tire suas dúvidas conosco!

ppc.costa@gmail.com ou lealsluana@yahoo.com.br

      

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Petróleo e etanol devem dar novo status ao Brasil até 2020

Março 30, 2009 · Deixe um comentário

O potencial energético do Brasil, ampliado com as recentes descobertas de petróleo e gás na camada pré-sal e a produção de etanol, deverá transformar o país em exportador de energia até 2020.

A mudança de status deverá colocar o Brasil em posição de destaque no cenário mundial.

Entre os grandes emergentes que formam o grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), somente os russos, que têm grandes reservas de gás e petróleo, são exportadores líquidos de energia.

Um relatório com projeções até 2030 elaborado em conjunto pela consultoria Ernst & Young Brasil e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o consumo doméstico de energia poderá crescer a uma média de 3,3% ao ano, ante um aumento médio de 4,2% na produção, o que geraria excedente de petróleo e etanol para o mercado externo.

De acordo com esse estudo, novos investimentos em refino de petróleo no Brasil também deverão resultar em um combustível de condições técnicas adequadas às exigências do mercado internacional.

“Grandes volumes de gasolina brasileira devem ser exportados”, diz o relatório, “chegando a 9,3 bilhões de litros em 2030″.

Déficit

Atualmente, o Brasil já exporta petróleo. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), em 2008 o Brasil exportou 158,1 milhões de barris, com receita de US$ 13,6 bilhões. Mas também importou 147,9 milhões de barris, ao custo de US$ 16,3 bilhões.

No entanto, o déficit na balança ocorre porque o petróleo exportado pelo Brasil é do tipo pesado, de menor valor de mercado, e o país ainda precisa importar o petróleo leve, que é mais caro.

A transformação do Brasil em grande exportador marca uma grande evolução em relação a um passado não muito distante.

“Na década de 70, duas fontes dominavam a matriz energética brasileira: lenha e petróleo”, diz Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

A grande dependência de uma fonte fez com que em 1973 o primeiro choque do petróleo afetasse fortemente o país.

Uma das razões do avanço do país no setor nas últimas décadas foi o investimento na diversificação.

“O Brasil tem hoje uma das matrizes mais renováveis do mundo – 46% é de fontes renováveis. A média mundial é de 13%”, afirma o presidente da EPE.

Etanol

Uma das grandes apostas do governo brasileiro, o etanol vem ganhando destaque no cenário mundial em meio a discussões sobre mudanças climáticas, a crescente demanda internacional por fontes de energia mais limpas e a preocupação dos países em reduzir sua dependência de petróleo.

Ao contrário, por exemplo, dos Estados Unidos, que produzem etanol à base de milho, também utilizado para alimentação, o Brasil usa como matéria-prima a cana-de-açúcar, considerada mais eficiente por especialistas e com maior poder de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

Estados Unidos e União Européia têm programas para promover o consumo de biocombustíveis e deverão aumentar a mistura de etanol nos próximos anos.

Segundo o relatório da Ernst & Young, as exportações brasileiras do produto deverão crescer 8,9% ao ano.

O etanol tem ainda o desafio de se tornar uma commodity global.

As barreiras enfrentadas pelo produto no mercado internacional, como tarifas de importação, “deverão ser reduzidas gradualmente”, segundo a projeção da Ernst & Young .

Além disso, avanços tecnológicos nos próximos 10 anos, como o etanol de segunda geração, produzido a partir de materiais hoje descartados, como sobras de colheita ou palha e bagaço de cana, deverão permitir aumentar a produção sem necessidade de ampliação de área.

A previsão do governo brasileiro é de aumentar a produção de etanol em mais de 150% até 2020.

Mesmo com todos os avanços, porém, o mercado de etanol ainda é pequeno. Calcula-se que todos os biocombustíveis não representem nem 1% do peso do petróleo.

Segundo o presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank, imaginar que o crescimento do etanol significa uma substituição do petróleo “é besteira”.

Pré-sal

Com a descoberta de enormes reservas na camada pré-sal, que se estende por 800 quilômetros entre Espírito Santo e Santa Catarina, o Brasil deve ganhar uma posição de destaque também no mercado internacional de petróleo.

Ainda não há um cálculo preciso sobre o volume dessas reservas, mas algumas estimativas chegam a apontar que a camada pode abrigar, no total, até 100 bilhões de barris, o que deverá consolidar o Brasil como potência energética.

Há dificuldades, porém. As reservas estão a uma profundidade de 7 quilômetros abaixo do leito do mar, e a tecnologia de exploração é cara.

“A viabilidade de exploração depende não só encontrar reservas, mas de viabilizar as reservas em função dos aspectos econômicos da sua exploração e produção e também dos aspectos tecnológicos”, diz José Carlos Pinto, sócio da Ernst & Young.

Segundo ele, é necessário um preço de mercado que seja superior ao custo de produção, além de capacidade tecnológica para viabilizar a produção e a extração.

Há cálculos que indicam necessidade de investimentos de até US$ 1 trilhão para explorar a camada pré-sal. O governo já afirmou que a exploração é viável com o preço do barril em torno de US$ 40.

“Há tendências que indicam que os custos de exploração e produção estão se reduzindo substancialmente, talvez também impactados pela crise”, afirma o representante da Ernst&Young. “O que também reduz o patamar mínimo em que o preço de mercado do petróleo viabilizaria (a exploração do pré-sal).”

Alessandra Corrêa

Da BBC Brasil

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AVALIAÇÃO AMBIENTAL INICIAL

Fevereiro 12, 2009 · Deixe um comentário

A avaliação ambiental inicial (AII) fornece a base para o SGA, uma vez que informações sobre emissões, lixo, problemas ambientais potenciais, ocorrência anteriores de acidentes, questões de saúde, sistemas de gestão serão obtidas e analisadas (se existir), leis e regulamentações aplicáveis.

 

Em geral há limitação do conhecimento dos aspectos e impactos ambientais de atividades e produtos no meio ambiente, bem como do meio ambiente nas atividades e produtos fabricados. A busca desse conhecimento é a base de um programa ambiental. Ele habilita a empresa a concentrar-se nos assuntos mais importantes.

 

O primeiro passo é avaliar o atual estado ambiental da empresa. Essa avaliação inicial é “o meio pelo qual uma organização estabelece sua posição em relação ao meio ambiente” (NBR-ISO 14004: Sistemas de Gestão Ambiental – guia geral dos princípios, sistemas e técnicas de apoio), ou seja, consiste em: uma análise inicial detalhada das questões, desempenho, aspectos e impactos ambientais e das atividades controladas da empresa.

 

1. A Avaliação Ambiental Inicial AAI deve abranger quatro áreas:

 

Identificação e avaliação das questões potenciais de interesses ambientais originadas das operações (por exemplo, quais substâncias e resíduos gerados podem prejudicar a saúde humana e/ou o meio ambiente);

 

Gestão, práticas operacionais e procedimentos existentes (exemplo, quem é responsável pelo despejo de resíduos perigosos e como esses resíduos são dispostos no local; quais as questões ambientais relacionadas às atividades da empresa e, ainda, a existência de outros sistemas de gestão, como da qualidade, Brigada de Emergência, Cipa, entre outros);

 

Acidentes, incidentes e penalidades ambientais anteriores e medidas de prevenção/ redução resultantes (passivo ambiental); e

 

Exigências legais e regulamentares e sua situação de conformidade legal.

 

A avaliação deve cobrir situações de operações normais e anormais, assim como as emergenciais, que precisarão ser definidas (por exemplo, incêndios, enchentes, terremotos, explosões, vazamentos, vandalismo).

 

A ênfase, no entanto, será dada aos aspectos ambientais da empresa. A importância desses aspectos é determinada pela avaliação da relevância dos impactos ambientais.

 

O benefício principal de uma AAI é que ela identifi ca exatamente onde a operação

se posiciona em relação ao meio ambiente, ou seja, ela identifi ca a situação ambiental da empresa naquele momento (onde estamos).

Em particular, ela geralmente abrange:

  • Identificação das exigências legais e regulamentares; 
  • Identificação (rápida) dos aspectos ambientais e seu significado; 
  • Avaliação do desempenho cotejado com os critérios relevantes; 
  • Práticas e procedimentos de gestão ambiental existentes; 
  • Identificação das políticas e procedimentos existentes que lidem com serviços de contrato e procuração; 
  • Resposta à investigação de incidentes anteriores ou não-cumprimento das obrigações; 
  • Oportunidades e vantagens competitivas; 
  • A visão das partes interessadas; e 
  • Funções ou atividades ou outros sistemas organizacionais que possam proporcionar ou impedir o desempenho ambiental.

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Ações para desenvolvimento de SGA (Sistema de Gestão Ambiental)

Novembro 10, 2008 · Deixe um comentário

Veremos agora as ações para desenvolver o Sistema de Gestão Ambiental de uma empresa. Para isso nada melhor que nosso velho conhecido CLICO PDCA, o qual falaremos agora.

Algumas empresas começam a desenvolver seus sistemas de gestão ambiental a partir do zero. Muitas delas se não a maioria, jhá tem alguns procedimentos administrativos ou elementos de sistema que as levam, conveientemente, à incorporação dos assuntos ambientais.

As ações para implementação da SGA são as seguintes:

1º Planejamento (Plan): Inclui a identificação e classificação dos aspectos ambientais, o levantamento dos requisitos legais aplicáveis e a definição de objetivos e metas ambientais. Ou seja: (Onde estamos agora e onde queremos ir?)

. Fazer Avaliação Ambiental Inicial: é compreender a posição ambiental atual da empresa.

. Obter uma Visão Clara do Futuro Próximo: compreender os prováveis aspectos e impactos ambientais futuros e suas implicações na empresa.

. Estabelecer uma Política Ambiental: definir como a empresa irá reagir com as questões ambientais atuais e futuras, antecipando-se a elas.

Vale lembrar que no desenvolvimento dos objetivos e metas, plano de ação e procedimentos estratégicos estão relacionados entre sí.

2º Ação (Do): Nesta fase, o levantamento das atividades, sua descrição, incluindo sua interação com o meio ambiente, é a parte principal. A partir daí é que as outras atividades dessa etapa se desenvolvem.

São elas:

. Estrutura e responsabilidade;

. Treinamento, concientização e competência;

. Comunicação: interna e externa;

. Documentação do SGA;

. Controle dos documentos;

. Controle Operacional – procedimentos, critérios, fornecedores, contratados;

. Emergência: preparo e respostas.

3º Verificação (Check): São empreendidas ações de monitoramento e medição conforme padrôes ou requisitos legais, são levantadas não conformidades, gerados registros faz-se uma auditoria do sistema para avaliação da eficácia da sua implantação e maturidade. Os resultados são analisados junto a direção da empresa, que promove uma análise crítica e determina mudanças de rumo quando necessário e ou melhorias e ajustes do sistema.

São elas:

. Monitoramento e Medição;

. Não conformidades, ações preventivas e corretivas;

. Registros;

. Auditorias do SGA.

4º Aperfeiçoamento/Melhoria: Quaisquer deficiências ou imprevistos identificados são corrigidos, o plano de ação deve ser revisado e adaptado as novas circunstâncias, e os procedimentos são melhorados ou reorientados se necessário.

São elas:

. Checar continuamente a adequação e efetividadedo SGA;

. Análises documentadas;

. Atentar para as mudanças de política ambiental;

. Identificar Oportunidades.

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Sistema de Gestão Ambiental (SGA) – Como evitar desperdícios e gerar lucro.

Outubro 23, 2008 · Deixe um comentário

A partir de agora veremos conceitos que podem ajudar a sua empresa a economizar elementos importantes de seu processo (matérias primas e insumos), fazendo com que haja maior lucro e o mais importane a redução dos impactos ambientais decorrentes da atividade. 

Elementos Básicos

Os sistemas de gestão ambiental serão diferentes para diferentes tipos de organizações, dependendo da natureza, tamanho e complexidade das atividades, produtos e serviços de cada uma.

São eles:

Política Ambiental: compreende-se como sendo uma declaração pública das intenções e princípios de ações da empresa em relação ao meio ambiente. Deve orientara DEFINIÇÃO dos objetivos gerais que a organização quer alcançar.

Programa  Ambiental ou Plano de Ação: descreve as medidas que a empresa tomará na vigência do SGA. Ele traduz a política ambiental da organização em objetivos e metas e identifica as ações para conseguí-lo, bem como define as responsabilidades dos colaboradores internos e aloca recursos humanos e financeiros para a sua execução. Este leva em consideração também os aspectos ambientais das organizações, uma visão geral das leis e outros requisitos legais aplicáveis.

 Estrutura Organizacional: estabelece tarefas, delega autoridade e define as responsabilidades para a implementação das ações.

Treinamento: para que todos os colaboradores da organização entendam aonde estão inseridos no SGA em relação as atividades que desenvolvem.

Comunicação Interna e Externa: comunicação em todos os níveis da organização sobre a implementação do SGA e a comunidade para comunicar as metas ambientais da empresa àquelas interessadas fora de empresa, afim de manter uma postura transparente com todos.

Auditorias: verifica a adecação e a eficiência da implementação e funcionamento do SGA.

Análise Crítica: avaliação da alta direção da empresa para análise e adequações  da  SGA conforme as circunstâncias vividas pela empresa.

Procedimentos para monitoramento, medição e manutenção dos registros: é de grande importância a documentação e registros de todos os resultados alcançados das ações e programas específicos, bem como os efeitos globais das melhorias ambientais.

Ações Corretivas e preventivas: visa eliminar causas reais ou potenciais de não cumprimento dos objetivos, metas, critérios e especificações.

Na próxima matéria veremos as ações necessárias para a implementação do SGA.

Por Pedro Paulo Costa Leal / SEBRAE

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UM MAIOR ENTENDIMENTO DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA

Outubro 15, 2008 · Deixe um comentário

Ainda hoje vimos em muitas empresas que aumentar a produção significava gerar mais resíduos e gastar mais recursos para tratá-los ou dispô-los adequadamente. Muitas empresas se vêem frente a um dilema: como produzir mais garantindo que os custos ambientais não inviabilizem a atividade da empresa? SIMPLES: deixando de gerar resíduos e desperdício. Mas como fazer isso?

 BASTAS APLICAR NA EMPRESA OS CONCEITOS DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA. Esta ferramenta é uma excelente estratégia ambiental de prevenção da poluição na empresa com foco nos produtos e processos, ela permite que se aperfeiçoe o uso de matérias-primas, de modo a não gerar ou minimizar a geração de resíduos, reduzindo os riscos ambientais para os seres vivos, e melhor, gera benefícios econômicos para a companhia.

A aplicação de P +L reduz o impacto ambiental proveniente da atividade industrial, não custa lembrar que isso interessa tanto aos órgãos ambientais quanto à sociedade. O que muitas empresas ainda não perceberam que o uso da P + L além dos ganhos acima ditos melhora a qualidade dos produtos, a saúde e a segurança dos trabalhadores. Bem, mas para chegarmos nisso o comprometimento da empresa e peça fundamental nesse processo, contando com a colaboração e participação dos funcionários. A empresa precisa quebrar vícios e costumes, e assumir uma postura ambientalmente correta, isso trará ganhos para todos, sem dúvida alguma.

 

Para mais informações e esclarecimentos sobre o assunto é só manter contato.

 

Eng. Químico Pedro Paulo Costa Leal

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Infraero disponibilizará internet sem fio em 12 aeroportos.

Outubro 15, 2008 · Deixe um comentário

Na última terça-feira (14), a Infraero – estatal que administra os aeroportos brasileiros – informou que fornecerá acesso gratuito à internet sem fio em 12 aeroportos do país, através de um sistema que deve ser implantado até dezembro, segundo a Folha Online.

A empresa afirma ter investido R$ 1,1 milhão na implementação da rede, que vai servir a passageiros e estabelecimentos comerciais presentes nesses terminais.

Entre os aeroportos que terão Wi-Fi estão o de Guarulhos (SP), Galeão (RJ), Brasília (DF), Confins (MG), Santos Dumont (RJ), Congonhas (SP), Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Curitiba (PR) e Belém (PA). Alguns desses locais já tinham internet sem fio, porém era necessário pagar para obter acesso.

De acordo com a Infraero, em 2009 mais 20 aeroportos terão acesso à internet. A idéia é instalar o sistema nos 67 aeroportos que a empresa administra.

Fonte: Portal IMPRENSA / GOOGLE NOTÍCIAS

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Aquecimento global fará animais migrarem para áreas mais altas de florestas

Outubro 13, 2008 · Deixe um comentário

Redação central, 9 out (EFE).- O aquecimento global obrigará plantas e insetos da floresta tropical a migrar para partes mais elevadas na busca de temperaturas mais baixas, segundo estudo realizado na Costa Rica e publicado hoje pela revista “Science”.

Nas últimas décadas, foram realizadas numerosas pesquisas que constataram como pássaros, borboletas e plantas nos Estados Unidos e Europa mudaram seu habitat para o norte rumo às montanhas, onde puderam encontrar temperaturas mais favoráveis a suas necessidades.

No entanto, as florestas tropicais, até agora, não haviam recebido muita atenção no que diz respeito à mudança climática. As regiões ocupadas pela selva, especialmente as que se encontram ao nível do mar, são as mais quentes da Terra, mas também sentirão os efeitos do aquecimento global.

O estudo, dirigido pelo ecologista Robert K. Colwell da Universidade de Connecticut, mostra que desde 1975 a temperatura média nas selvas da América Central e do Sul aumentou mais de 0,75 graus centígrados, e a previsão é que dentro de 100 anos o termômetro marque três graus mais.

Uma diferença que equivale a 600 metros em altitude. Desta forma, no final de século, será necessário subir a esta mesma distância para encontrar a mesma temperatura de hoje.

A equipe de Colwell se propôs a investigar as conseqüências dessa mudança nas encostas do extinto vulcão Barva, no Parque Nacional de Braulio Carrillo e coberto por uma espessa floresta, com uma altitude próxima aos três mil metros, onde colheram dados de quase 2 mil espécies de plantas e insetos em diferentes altitudes.

Os resultados revelaram que mais da metade destas espécies estão confinadas a faixas estreitas.

Com isso, uma mudança de temperatura como a prevista, que as obrigasse a escalar o vulcão, seria um risco para sua sobrevivência, pois plantas e animais encontrariam uma temperatura confortável, mas não um ambiente os mesmos nutrientes a que estavam habituados.

Os pesquisadores afirmam, no entanto, que o desgaste da floresta tropical poderia ser menor do previsto caso estas espécies preservem a capacidade de suportar temperaturas muito altas.

“É preciso fazer um inventário em grande escala das florestas hoje e programas de acompanhamento que registrem as mudanças nestes ecossistemas“, afirma Gunnar Brehm, co-autor do estudo pesquisador da Universidade Friedrich-Schiller em Jena, na Alemanha, em declarações à Agência Efe.

Além disso, ele lamenta que a soma de dinheiro gasta em pesquisa sobre a floresta seja “ridícula” em comparação com o que se investiu no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN), que fez o acelerador de partículas LHC na Suíça, ou nos programas espaciais. EFE

amc/rb/plc

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